Propostas avançam

As 55 federações presentes no 41º Congresso Ordinário da UEFA, em Helsínquia, aprovaram um conjunto de reformas de boa governação que visam fortalecer a UEFA e melhorar a sua transparência.

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A UEFA deverá tornar-se um organismo ainda mais forte e transparente nos próximos anos, na sequência da aprovação de um programa de reformas de boa governação no 41º Congresso Ordinário da UEFA, em Helsínquia, na quarta-feira.

As reformas receberam luz verde dos delegados das 55 federações membros da UEFA.

Foram um elemento central do manifesto apresentado por Aleksander Čeferin antes da sua eleição para presidente da UEFA, em Setembro de 2016, e foram aprovadas por unanimidade pelo Comité Executivo da UEFA em Fevereiro.

As reformas serão agora incluídas nos estatutos da UEFA.

As principais propostas apoiadas pelas federações nacionais foram:

• Introdução de limites de mandatos para o Presidente da UEFA e para os membros do Comité Executivo da UEFA, com a possibilidade de cumprirem um máximo de três mandatos de quatro anos

• Os candidatos à (re)eleição para o Comité Executivo da UEFA devem estar no exercício de um cargo (presidente, vice-presidente, secretário-geral ou director-executivo) na respectiva federação nacional

• Conceder dois lugares de pleno direito no Comité Executivo da UEFA a representantes da Associação Europeia de Clubes (ECA)

• Reforço do Comité de Governação e Monitorização da UEFA com a nomeação adicional de dois membros independentes para o actual organismo que é composto por três elementos

• Inclusão de um artigo específico nos Estatutos da UEFA de forma a garantir que os locais onde se realizam todas as competições da UEFA sejam seleccionados de forma totalmente objectiva através de processos de candidatura transparentes

• Inclusão de um artigo específico nos Estatutos da UEFA para colocar a ética ea boa governação como um objectivo estatutário da UEFA

• Permitir a participação de peritos das associações nacionais para presidir as comissões da UEFA